O LUGAR ONDE A MÚSICA É MAGIA

“Eu senti uma inspiração forte… Fez-me pensar que estava a correr num campo livre.”; “Eu senti emoção, uma emoção boa no coração.”; “Tinha a ver com a vida, porque ele disse life e friends.”; “Eu senti adrenalina. Parece que nos sentimos vivos!”; “Foi como se conhecesse a música há muito tempo.”; “A música fez-me sentir embalação….”; “Uma das músicas era de amor, percebi logo!”; “Senti-me nas nuvens.”; “Parecia que, com a música calma, estávamos a sonhar.”; “Senti que estava dentro da música.”; “Senti paz.”; “Senti espanto.”; “Senti-me feliz.”.

Estes foram alguns dos comentários partilhados pelas crianças, no final do concerto QUARTO DO NOISERV, que decorreu nos dias 22, 23, 26, 27, 28 e 29 de abril, integrado na programação do Projeto Alcateia – Serviço Educativo da Fundação Lapa do Lobo.

David Santos, autor do projeto Noiserv, abriu a porta do quarto onde compõe as suas músicas e convidou a um percurso entre som e silêncio, sombra e luz, visível e invisível. O cantor multi-instrumentista partilhou o seu universo sonoro num concerto lúdico e intimista, pensado para pequenos espectadores. Entre os mais estranhos instrumentos musicais, os mais curiosos objetos sonoros e os mais que muitos loops, Noiserv contou histórias com títulos compridos e enredos poéticos. Verdadeiras canções que brilharam no escuro!

Para além de promover o contacto com a música e com o músico, este concerto breve proporcionou experiências de contemplação estética e artística, sensibilizando para a importância do olhar e do escutar na fruição de propostas criativas.

No total, foram cerca de 900 os professores e alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico, pais e filhos e outros interessados que assistiram a este formato especial de concerto de Noiserv. Em cada uma das 16 apresentações, alguns deixaram-se embalar pela poesia e quase adormeceram, outros emocionaram-se até às lágrimas e todos se renderam ao encantamento da voz e das melodias, como se a música fosse magia. E houve até pedidos de encore, com palmas a marcar o ritmo e braços a balançar o ar!

Em maio, os concertos regressam ao Serviço Educativo da FLL, com outras sonoridades e para outros públicos.

Fotografias de Susana Neves.

 

 

 

 

 

 

 

Palestra e Inauguração da Exposição “RECONSTRUIR”

Na passada sexta feira, dia 15 de abril, realizou-se no Auditório Maria José Cunha da Fundação Lapa do Lobo a palestra que antecedeu a inauguração da Exposição “Reconstruir” exposição de fotografia alusiva à recuperação da Casa do Passal de Aristides de Sousa Mendes.
A palestra começou pelas boas vindas dadas pela Dra. Mariana Torres – Curadora Cultural da Fundação, e de seguida foi constituído o painel de Oradores constituído pelos 3 elementos responsáveis pela Exposição: Dra. Paula Teles, Professora Josefa Reis e Sr. Rui Rodrigues, presente também neste painel esteve Dr. Luís Fidalgo (Fundação Aristides de Sousa Mendes).
Esta palestra contou com a presença de cerca de meia centena de pessoas no público, entre estes muitos entusiastas da causa de Aristides.
Durante esta apresentação foi possível ao público presente ficar a conhecer melhor a vida e obra de Aristides e os seus feitos que fizeram dele um Herói embora ainda pouco conhecido e reconhecido.
Foi também dado a conhecer o trabalho dos três Autores deste projeto e desta exposição e a forma como ao longo de um ano fotografaram a casa e a evolução das obras de recuperação.
Da parte do Dr. Luís Fidalgo foi dado a conhecer o ponto de situação no que refere ao andamento do projeto de requalificação e ainda o que futuramente se pensa fazer em relação ao espólio deixado por Aristides de Sousa Mendes.
O público presente esteve deveras interessado e participativo, e esta palestra tornou-se a dada altura uma agradável conversa entre Oradores e público presente, sendo possível a troca de ideias e de novas informações.
De seguida, todo o público foi convidado a visitar a exposição de fotografia propriamente dita, patente na Galeria de Exposições da Fundação, e aqui na presença dos seus Autores foi possível constatar a evolução das obras até ao seu resultado final, no que refere à qualificação exterior da casa.
A exposição ficará patente na Fundação Lapa do Lobo durante cerca de um mês.

Fotografias: Cortesia Professora Josefa Reis.

 

Marchas Populares de Santo António

Inscrições:

-Encontram-se abertas as inscrições para Marchantes da Marcha Popular de Santo António, que irá realizar-se no dia 11 de Junho de 2016. Inscrições dos 5 aos 95 anos!

Estão também abertas inscrições para Grupo de Cantares que acompanhará a Marcha. As inscrições dos candidatos serão analisadas pela Professora de Iniciação Musical da FLL.

Assim, os interessados em fazerem parte, devem fazer a sua inscrição na Fundação Lapa do Lobo entre os dias 18 e 30 de abril.

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Espetáculo musical com o Grupo “Tranglomango”

No passado dia 9 de abril, o Auditório Maria José Cunha da Fundação Lapa do Lobo, encheu-se para um espetáculo musical com o Grupo Tranglomango. Este grupo, com a formação instrumental clássica do rock à qual se junta um acordeão, deixou-se influenciar pela música tradicional portuguesa, dando-lhe uma nova roupagem e interpretação. Temas como S. Gonçalo de Amarante e a Macela entre muitos outros e que todos conhecemos da música tradicional Portuguesa, são tocados de forma original e inovadora de cariz folk/rock.
O Grupo é composto por: Catarina Almeida (voz, trompete e guitarra), Ricardo Augusto (voz e acordeão), Ana Bento (voz e baixo), Bruno Pinto (guitarra), Miguel Rodrigues (bateria).
Foi com grande entusiasmo que o público recebeu esta proposta invulgar.
Este espetáculo foi transmitido via internet pela Rádio Clube do Dão para todo o mundo.

ENCONTROS DA EDUCAÇÃO E DO PENSAMENTO

A primeira edição da conferência ENCONTROS DA EDUCAÇÃO E DO PENSAMENTO, integrada na programação do Projeto Alcateia – Serviço Educativo da Fundação Lapa do Lobo (FLL), realizou-se no passado dia  2 de abril, entre as 9h30 e as 19h30, no Auditório Maria José Cunha.

Ao longo de um dia intenso de partilha e aprendizagem, foram 71 as pessoas que participaram nestes ENCONTROS, entre as quais representantes da Câmara Municipal de Carregal do Sal e da Câmara Municipal de Nelas, bem como das direções dos Agrupamentos de Escolas de Canas de Senhorim, de Carregal do Sal e de Nelas.

Para além de participantes do território abrangido pela FLL, a conferência contou com a presença de pessoas de Viseu, Caramulo, Coimbra e Porto. Do número total, cerca de 20 eram professores ou educadores, os restantes inscreveram-se como pais, artistas, animadores culturais, psicólogos ou simplesmente como pessoas curiosas e interessadas em temas pertinentes para a sociedade.

A abertura dos ENCONTROS DA EDUCAÇÃO E DO PENSAMENTO ficou a cargo de Carlos Torres, Presidente do Conselho de Administração da FLL, e de Ana Lúcia Figueiredo, Coordenadora e Programadora do Serviço Educativo da FLL.

Como escreveu o pedagogo e filósofo Paulo Freire: Uma das tarefas mais importantes da prática educativa-crítica é propiciar as condições necessárias em que os educandos nas suas relações (…) ensaiam a experiência profunda de assumir-se. Assumir-se como ser social e histórico, como ser pensante, comunicante, transformador, criador, realizador de sonhos.

Esta citação da obra “Pedagogia da Autonomia – Saberes necessários à prática educativa” acompanhou todo o processo de pensamento, conceção, divulgação e realização da conferência, uma vez que sintetiza os pressupostos pedagógicos do Serviço Educativo da FLL.

Estes ENCONTROS pretendem ser um espaço aberto de debate e reflexão sobre questões transversais à prática educativa e à educação para o pensar, em contexto formal e não formal. Em cada edição, os oradores convidados são desafiados a partilhar, com uma plateia heterogénea, experiências, teorias e inquietações.

 

Nesta primeira edição, o debate centrou-se na criança e alargou-se a conceitos como prática escolar, autonomia, cidadania, infância(s), arte, fruição, valores, família, bem-estar, vinculação afetiva, entre muitos outros.

A conferência dividiu-se em três painéis: o Painel 1 – A Escola e a Criança, o Painel 2 – A Arte e a Educação e o Painel 3 – A Família e o Bem-Estar. Este último painel foi pensado em parceria com a CPCJ – Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Nelas, integrado no Mês da Prevenção dos Maus Tratos na Infância. Todos os painéis foram moderados por Ana Lúcia Figueiredo, contando, no total, com seis oradores.

O Painel 1 contou com comunicações de José Pacheco, mentor do projeto Escola da Ponte e pedagogo português há vários anos residente no Brasil, e Gabriela Trevisan, investigadora na área da Sociologia da Infância e professora na Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti, no Porto. O primeiro falou de “Aprender em Comunidade”, partilhando o seu conhecimento e a sua experiência com práticas educativas mais inclusivas (e, para alguns, mais radicais), que concretizam uma escola centrada nas pessoas, nos valores e nos afetos; a segunda trouxe para reflexão “Cidadania Infantil e Direitos das Crianças”, chamando a atenção para a importância de dar voz às crianças, promovendo espaços de participação e co-decisão.

No Painel 2, as oradoras foram Madalena Wallenstein, Coordenadora e Programadora da Fábrica das Artes – Projeto Educativo do Centro Cultural de Belém, e Elisa Marques, Coordenadora da Equipa do Programa de Educação Estética e Artística da Direção-Geral de Educação/Ministério da Educação e Ciência. No primeiro caso, foi apresentada “Uma Fábrica para todas as Infâncias”, expondo ideias preconcebidas sobre o conceito de infância e propondo o tríptico: estética da infância, estética artística e estética relacional, numa procura do comum; no segundo caso, sob o título “Ao sabor das Palavras”, defendeu-se o estatuto da arte como área do conhecimento, desfazendo equívocos no que diz respeito ao significado de conceitos associados à arte, como educação artística e ensino artístico.

No Painel 3, as comunicações foram de Magda Rocha, investigadora na área da Psicologia, e de José Brito Soares, Coordenador do Centro de Estudos, Documentação e Informação sobre a Criança do Instituto de Apoio à Criança. A primeira oradora deu a conhecer alguns dados sobre “Vinculação e Família(s)”, referindo-se à importância da criação de laços emocionais seguros na exploração adaptativa do mundo; o segundo orador colocou a questão “Criança(s): Bem-Estar – que Realidade?”, indicando vários estudos e experiências sobre os níveis de bem-estar e o índice de felicidade das crianças em Portugal, atendendo à criança, mas também à realidade que a envolve.

Depois do Painel 3, foi exibida a Mostra do Filme Solidário – I LOVE 2 HELP, especialmente dedicada ao tema da educação, numa parceria com a organização não-governamental Help Images, representada na conferência por Cristina Nogueira.

 

No fim do dia, foram partilhadas as notas finais pelas relatoras Carla Marques, docente do Ensino Secundário e investigadora na área da Linguística, e Liliana Garcia, jornalista. A primeira apresentou uma síntese de todos os painéis e a segunda irá escrever, posteriormente, um texto mais alargado sobre estes ENCONTROS. Os últimos dois pensamentos deixados pelas oradoras à plateia foram: cada um de nós deve “caminhar, em vez de ficar preso” e “mais do que saber, importa ser”. Sejamos, então, sem nunca deixarmos de caminhar. Pelo menos, até à próxima edição dos ENCONTROS DA EDUCAÇÃO E DO PENSAMENTO!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

PAISAGENS SONORAS, MAPAS E SILÊNCIOS

O silêncio ouve-se? Esta foi uma das questões discutidas na oficina de criação musical PRINCÍPIOS POLISphónicos, orientada por Filipe Lopes e programada pelo Projeto Alcateia – Serviço Educativo da FLL, nos dias 21, 22, 23 e 24 de março, entre as 14h00 e as 18h00. Foram 15 participantes, com idades entre os 8 e os 15 anos, que experimentaram criar paisagens sonoras partilhadas.

Paisagem sonora é o nome que o compositor, pedagogo e ambientalista Murray Schafer deu à totalidade dos sons do meio ambiente, comparando-os a uma composição musical em permanente performance. Passos na rua, pássaros, porta a bater, vento, vozes ao longe, campainha, água a correr, sinos… Os sons do quotidiano foram matéria para esta oficina, que pretendeu sensibilizar para o valor da paisagem sonora, propondo um conjunto de ações para a criação musical com o ambiente sonoro: escuta, recolha sonora e composição musical. A partir da aplicação digital POLISphone, cada participante construiu, em grupo, um mapa sonoro original e pessoal, a partir de elementos que pertencem à paisagem sonora da aldeia.

Do pátio da FLL à capela de Santa Catarina, do jardim à fonte, do Terreiro das Almas ao Terreiro do Antunes, os participantes fizeram um percurso pela Lapa do Lobo, equipados de gravador, microfone e auscultadores, como verdadeiros caçadores de sons, ora contínuos, ora descontínuos, para que a memória sonora se preserve.

No final da oficina, os pais, familiares e amigos dos participantes foram convidados a assistir a um exercício público ao ar-livre, durante o qual puderam partilhar o processo de criação, do ponto de vista técnico e do ponto de vista artístico.

Os objetivos pedagógicos desta oficina foram: promover a expressão musical e sonora como recurso criativo; estimular competências expressivas e criativas; proporcionar a descoberta e a experimentação partilhada, em processos artísticos de criação e sensibilizar para a paisagem sonora: os lugares, as pessoas e os sons da aldeia.

Os sons, a música e o canto continuarão bem presentes, durante toda a Primavera, na programação do Projeto Alcateia – Serviço Educativo da FLL. Shhhhh!

 

 

 

 

 

 

 

 

“M de poesia” na Fundação Lapa do Lobo

No passado sábado, dia 12 de março, estreou no Auditório Maria José Cunha da Fundação Lapa do Lobo o espetáculo de poesia musicada “M de poesia”, com “músicas cujos poemas foram a principal razão para a existência da canção”.
O espetáculo foi criado pela Biblioteca da Fundação Lapa do Lobo (BFLL), tendo como anfitrião o seu coordenador, Rui Fonte, que contou com a companhia em palco dos músicos Rui Pina (orquestração, guitarra, baixo e piano) e João Hilário (guitarra), ambos cortesia Paracetamole Band, e das jovens vocalistas Ana Filipa Morais e Manuela Morais.
Cerca de uma centena de pessoas puderam assistir à interpretação de várias canções e poemas, onde se fizeram ouvir poetas como Natália Correia, Miguel Torga, Fernando Pessoa, Ary dos Santos, António Gedeão, Luís Vaz de Camões, Luís Castro Caldas, Florbela Espanca, entre outros, e músicos como Fernando Tordo, Trovante, Mundo Cão, Zeca Afonso, etc. Especial destaque para as canções musicadas propositadamente para este espetáculo, com poemas de poetas locais, designadamente Carlos Abranches d’Aguiar (Cabanas de Viriato), Jorge Branquinho (Nelas), Maria Natália Miranda (Canas de Senhorim) e Carina de Moraes (Lapa do Lobo).
A estreia do “M de poesia” teve a particularidade de ser transmitida em direto, para todo o mundo vi net, pela Rádio Clube do Dão.
Nesta primeira fase, “M de poesia” terá mais duas datas. A registar já dia 19 de Março, na Biblioteca Municipal de Carregal do Sal, e dia 16 de Abril, na Biblioteca Municipal de Nelas.
(Fotos de António Inácio Marques)

 

 

Filipe Melo e Juan Cavia na Fundação Lapa do Lobo

A noite de 27 de fevereiro foi a data escolhida para a primeira edição de 2016 de “Um capítulo sobre…” Desta vez, o tema foi Banda Desenhada e o convidado especial foi Filipe Melo, que nos brindou com a companhia de Juan Cavia.
O Auditório Maria José Cunha encheu para assistir à tertúlia literária com os dois criadores da trilogia de Banda Desenhada “Dog Mendonça e Pizzaboy”, numa conversa dirigida pelo coordenador da Biblioteca da Fundação Lapa do Lobo, Rui Fonte.
Durante 2 horas, Filipe Melo e Juan Cavia falaram sobre o ato de criação de uma BD, tendo revelado alguns dos processos a ele inerentes, singularizado pelo facto de Juan Cavia viver na Argentina e Filipe Melo em Portugal.
Num diálogo entusiasmante, onde o público foi chamado a participar, ficou o sentimento de satisfação por se reunir, na Lapa do Lobo, quase uma centena de pessoas para falar sobre literatura, sendo esse o principal objetivo das tertúlias “Um capítulo sobre…”

O próximo capítulo será em junho, sobre Esperanto.

UM LIVRO, UM ENCONTRO E UM CONCURSO

“Aconteça o que acontecer à tua volta, nunca deixes de flutuar. Prometes?”: esta é uma das falas do livro “Irmão Lobo”, da escritora Carla Maia de Almeida, obra escolhida para a terceira edição do Concurso de Oratória “Texto puxa Palavra”, promovido pelo Projeto Alcateia – Serviço Educativo da Fundação Lapa do Lobo (FLL) e pelo Clube de Oralidade do Agrupamento de Escolas de Carregal do Sal.
Depois de uma fase de escola, as provas públicas finais do Concurso foram apresentadas no Auditório Maria José Cunha, na FLL, no dia 26 de fevereiro de 2016. Os concorrentes foram 24 alunos do 3º Ciclo do Ensino Básico, dos Agrupamentos de Escolas de Canas de Senhorim, de Carregal do Sal e de Nelas.
Este Concurso, idealizado por Carla Marques, docente responsável pelo Clube de Oralidade do Agrupamento de Escolas de Carregal do Sal, procura sensibilizar o público mais jovem para a importância do desenvolvimento dos diferentes domínios associados à capacidade de nos expressarmos em público. A partir de provas de leitura expressiva, dramatização e argumentação, inspiradas numa obra literária, premeiam-se, em cada ano, os melhores oradores, com livros, filmes e cheques-oferta fnac.
Na edição deste ano, fizeram parte do Júri a escritora Carla Maia de Almeida, o encenador António Leal e a investigadora/professora da Universidade do Porto Ana Mouraz, cujas presenças enriqueceram o Concurso, pela partilha do conhecimento e da experiência, em cada uma das áreas respetivas das provas.
Assistiram à fase final de “Texto puxa Palavra” quase 100 pessoas, entre alunos e professores dos três agrupamentos de escolas. E foi para esta plateia, atenta e entusiasta, que os concorrentes apresentaram provas com um empenho e um desempenho notáveis.
No dia anterior, 25 de fevereiro de 2016, a autora Carla Maia de Almeida visitou estes três agrupamentos de escolas, num “Encontro Literário”, durante o qual todos os concorrentes, outros alunos e alguns professores (num total de cerca de 180 pessoas) foram convidados a conversar informalmente com a escritora – e também jornalista, tradutora e formadora -, sobre a escrita, o processo criativo, as obras, as personagens, a ilustração… Porque a escrita e a leitura são, sem dúvida, agentes de aproximação e de comunicação entre as pessoas.