FLL Gap Year

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O que é um Gap Year?

Atualmente milhares de pessoas em todo o mundo, sobretudo jovens, resolvem dedicar um ano da sua vida a “crescer” de uma forma diferente e pouco convencional, viajando e trabalhando, ou realizando trabalho voluntário, algures pelo mundo, fora do seu contexto normal.

Aprender numa “escola de vida”, conhecendo o mundo e vivendo a realidade de outros povos e de outros enquadramentos culturais, sociais e económicos é uma experiência insubstituível e que marcará certamente o destino de quem a faça.

Consciente da importância que o Gap Year pode ter no enriquecimento pessoal e curricular dos jovens dos concelhos de Nelas e do Carregal do Sal, a Fundação Lapa do Lobo propôs-se promover este conceito na comunidade estudantil e estimular a sua realização, apoiando financeiramente todos os anos um ou dois projetos de Gap Year.


FLL Gap Year “ano zero”

“Ano zero” do Gap Year da Fundação Lapa do Lobo, 2011/12 pode ser encarado como a experiência piloto que irá servir de “Manual” a futuros Gap Years.

Na sequência de uma sessão do “Encontro da Oralidade”, organizada na Fundação pela Professora Carla Marques com alunos do 12º ano do Agrupamento de Escolas do Carregal do Sal, onde este tema foi focado, a Fundação lançou o desafio ao Gonçalo Azevedo Silva e ao Tiago Marques, alunos do 12º ano dessa mesma escola, para serem os pioneiros do FLL Gap Year.

O programa foi delineado em conjunto entre a Fundação e os jovens. Traduziu-se numa viagem que começou por uma primeira temporada na Europa, de 11 de outubro a 15 de dezembro de 2011, interrompida durante 4 semanas com regresso ao nosso país, e prosseguida por uma segunda que decorreu pela Ásia, Austrália e Nova Zelândia, entre 25 de janeiro e 6 de junho de 2012.

Durante a viagem, para além de desfrutarem dos prazeres e benefícios inerentes ao próprio ato, já por si bastante enriquecedor, estes jovens foram incumbidos de contactar com autoridades e organizações nos locais por onde passaram de forma a recolherem mais informações sobre as respetivas realidades ao nível político, administrativo, cultural, académico e desportivo.

Foram, também, programadas diversas paragens ao longo do percurso para, durante determinados períodos de tempo, realizarem trabalho voluntário de diversa índole, como no caso do Nepal, Índia, Timor ou Austrália.

A partilha das suas experiências ao longo da viagem, em tempo o mais real possível, foi outra das contrapartidas solicitadas pela Fundação e que pode ser consultada através do blogue criado para o efeito e das crónicas publicadas regularmente.

Reveja o Gap Year do Gonçalo e do Tiago em FLL Gap Year, um mundo a aprender…