
Num mundo completamente às avessas, onde as pessoas vivem como máquinas cansadas, e enferrujadas pelo caos, a única habitante com asas nos tornozelos, decide começar uma revolução. Entre planos improvisados, tinta azul burocrática e trinchas, Alguém propõe resgatar
as palavras e a beleza e carimbar os rodapés dos muros, das escolas e dos jardins. Através da palavra, da imaginação e da desobediência poética, este espetáculo-oficina cria um espaço para questionar o presente, gritar ao futuro e imaginar, em conjunto, o avesso das coisas.
Criação e interpretação: Adriana Campos
Consultoria artística: Ana Lúcia Figueiredo
Cenário, figurinos e adereços: Maria João Castelo
Vídeo: Rui Augusto
Fotografia: Francisco Lopes
Coprodução: Fundação Lapa do Lobo, Município de Condeixa-a-Nova, Município de Coimbra (Convento São Francisco) e Município de Ovar (Eixo_Centro de Arte de Ovar)
Residências artísticas: Prémio Art’INATEL – Residências Artísticas 2026 e Fundação Lapa do Lobo
Apoio: Bombeiros Voluntários de Brasfemes, Fundação GDA, Fundação Inatel, Trincheira Teatro
Público-Alvo Alunos do 7º ano dos Agrupamentos Escolares de Carregal do Sal, Canas de Senhorim e Nelas Duração 90 minutos Local Escolas